terça-feira, 2 de setembro de 2014

Queremos mudanças no SINASEMPU

Senhores,

Diante da indignação de muitos servidores filiados ao SINASEMPU e atendendo a diversos pedidos, a equipe do Trombetas se dispôs a trazer informações que considera pertinentes para a categoria.  

Como temos visto e ouvido, nosso sindicato está perdendo toda a credibilidade com a categoria em razão dos mandos e desmandos que estão sendo praticados pela atual diretoria. Outros fatores que tem deixado a categoria descrente em relação ao nosso sindicato, é que diante da greve puxada pelo Sindijus, o SINASEMPU se mostra apático e omisso. Não fez uma assembléia sequer na PGR. 

Outro ponto que mostra a total apatia do sindicato é o fato de não termos tido ainda o reajuste do Auxílio Alimentação, visto que no Judiciário esse reajuste foi dado no inicio deste ano. Sabemos que esse reajuste não representa muita coisa, mas é mais um exemplo claro de que nem o mínimo (até aquilo que já foi concedido ao judiciário) tem sido feito.  

Além de não estar defendendo os interesses da categoria, a diretoria atual está cometendo alguns equívocos lamentáveis. Diversos funcionários, uns com quase 20 anos de casa, ou seja, desde a fundação, estão sendo postos no "olho da rua" sem a menor discussão com a categoria e nem com as seccionais.

Além disso, tivemos uma festança de posse inédita em nosso sindicato, onde se gastou mais de R$ 5.000,00, com a presença, nada ilustres (ao menos para nós), de representantes do Partido dos Trabalhadores - PT e da Central Única dos Trabalhadores - CUT, ambos aliados ao governo que vem, de forma arbitrária, ilegal e inconstitucional, arroxando o salário de todo o funcionalismo público federal.

Por fim, veio a público uma carta de uma das ex-funcionárias relatando fatos graves que estão ocorrendo na sede de nosso sindicato que, dentre outros fatos, relata a perseguição aos ex-integrantes da sindicância que apurou a falta grave praticada por uma funcionária e que recomendou sua demissão por justa causa.

Assim, por tudo isso, conclamamos a todos os servidores, filiados ou não que analisem a possibilidade de convocação de uma AGE, de preferência concomitante ou imediatamente após a AGO, para que analisemos todos esses fatos, possamos ouvir os funcionários demitidos, analisemos a situação contábil e financeira do sindicato (analisando os contratos celebrados) e possamos dar novos rumos ao sindicato que já foi, em outras épocas, bastante atuante e decisivo em nossas principais conquistas.

Para viabilizar esse pleito, é necessário fazer um requerimento formal, que pode ser requerido de forma individual ou coletiva. Os modelos de requerimentos estão disponíveis para Download. Depois de preenchidos encaminhá-los para o email: movimento.pro.age@gmail.com

Requerimento AGE - Lista
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Requerimento AGE - Individual
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segunda-feira, 28 de julho de 2014

SINASEMPU entra com representação no CNMP para averiguar irregularidades e assédio moral na SSIN.

Depois de meses enrolação, o SINASEMPU finalmente cedeu à pressão dos servidores e faz uma representação no CNMP para que a SSIN (antiga USI) seja investigada pelas denúncias feitas por seus servidores.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Queremos Saber Quanto Custou a Posse da Nova Diretoria do SINASEMPU

O Trombetas de Jericó, através de um dos ex-diretores do SINASEMPU, solicitou à atual diretoria do sindicato ,que tomou posse no dia 1 de junho, os gastos com a festa da posse dessa diretoria em conjunto com a seccional do DF.

Tudo indica que foi uma festa considerável e que ocorreu no SINDLEGIS, sindicato que faz parte da FENAFIRC. A atual diretoria ainda não se manifestou sobre o assunto, mas estamos aguardando uma resposta o mais breve possível. Continuaremos cobrando e estaremos de olho nos gastos do sindicato.

Em carta aberta, Sindjus cobra posição de PGR

Em razão do descaso com que o PGR, Rodrigo Janot, tem tratado questões de interesse dos servidores do MPU, sobretudo, no que diz respeito à proposta de reajuste salarial, o Sindjus dá publicidade a uma carta aberta ao Procurador-Geral da República explicando com detalhes o processo de nossa desvalorização salarial e cobrando providências imediatas para solucionar esse impasse.

A carta, que será encaminhada ao próprio Janot e amplamente divulgada, afirma que a defasagem salarial dos servidores em relação à inflação acumulada desde a aprovação do nosso último plano está em torno de 40% e que nosso abismo salarial em relação a outras categorias só fez crescer, pois não tivemos projeto algum de reajuste salarial aprovado do segundo mandato do governo Lula pra cá.

É colocada a expectativa que todos geraram em torno da posse de Janot, considerando o fim da Era Gurgel, e também a conclusão de que até agora nada mudou seja no universo macro ou micro que envolve os servidores.

A carta também traz a frustração com o Grupo de Trabalho do MPU ainda mais se comparado ao do Judiciário, que já levou a proposta ao Congresso e incluiu os valores do reajuste nos pré-limites orçamentários.

Cobrando celeridade e coerência, o Sindjus espera que com essa carta o PGR reveja a forma como vem tratando a entidade sindical e os servidores.

Veja abaixo a carta na íntegra.


terça-feira, 3 de junho de 2014

Campanha Eu Também Quero

Atendendo a pedidos de um servidor:

Vivemos num país de grandes dificuldades, e não podemos carregar mais sobre os ombros privilégios apenas para algumas categorias de trabalhadores do brasil. Acredito que todos merecem ser tratados como iguais, sem qualquer espécie de tratamento diferenciado, o que não ocorre hoje como algumas categorias de trabalhadores.

Você gostaria de receber auxílio-moradia de R$ 5.000,00?
Ter duas férias ao ano e poder vender 1/3 de cada uma delas?
Receber 35% de adicional de anuênio sem ter que pagar imposto de renda?

Caso queiram, entrem na campanha "EU TAMBÉM QUERO" e assinem essa petição eletrônica:

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR72385

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Após Meses de Trabalho Administração NÃO Apresenta Proposta

do SINASEMPU 

 

23-05 - REUNIÃO DO GT: Administração não tem proposta

   Ontem (22) foi realizada a segunda rodada de negociações do Grupo de Trabalho que tem por objetivo, dentre outros de tratar do reajuste dos servidores do MPU e CNMP. Descumprindo o que foi acordado na reunião do dia 06/05/2014, o Secretário-geral Adjunto Danilo Dias não levou ao Procurador-Geral da República Rodrigo Janot as propostas (2199/11 e, alternativamente, aumento na GAMPU para o percentual de 190%) apresentadas pelo SINASEMPU à Administração.

   Na reunião do dia 06/05/2014 tinha ficado acordado que o Secretário-Geral Adjunto encaminharia a proposta da GAMPU 190% para a área técnica fazer o estudo de impacto orçamentário e, após, encaminharia ao PGR para análise e decisão. A expectativa era de que na reunião de 22/05/2014, tivéssemos uma definição por parte da Administração da proposta a ser defendida e negociada com o Governo Federal.

   Alegando ausência do PGR (férias) com retorno previsto para a próxima semana, Danilo Dias limitou-se a apresentar o estudo de impacto orçamentário, protelando, mais uma vez, qualquer definição por parte da Administração quanto à recomposição salarial dos servidores do MPU e CNMP, frustrando qualquer avanço nesse sentido.



O Diretor do SINASEMPU, Darci Rodrigues, a Coordenadora do SINDJUS, Ana Paula Cusinato, a Secretaria de Gestão de Pessoas, Sabrina Maiolino e o Secretário-Geral Adjunto, Danilo Dias.

   Danilo Dias, na reunião limitou-se a tecer considerações sobre o impacto orçamentário das propostas apresentadas que, no seu ponto de vista, é alto, levando-se em consideração projetos de expansão do MPU e criação de novos cargos, o que dificultaria uma negociação com o Governo e Congresso Nacional.

   O Diretor do SINASEMPU Darci Rodrigues de Almeida contrapôs alegando que o impacto orçamentário em virtude de o Governo e Administração não ter concedido a reposição salarial aos servidores ao longo dos últimos 08 (oito) anos. “Administração e Governo estão em débito com os servidores há 08 anos. Caso tivéssemos recebido nossa recomposição salarial anualmente, como dispõe a Constituição, não estaríamos, hoje, discutindo impacto orçamentário”, contrapõe Darci. E complementa: “O fato é que estamos desde 2006 sem qualquer reajuste, com perdas salariais na ordem de mais de 50% e isso precisa ser corrigido imediatamente. A Administração, não pode encampar qualquer plano de reajuste que não contemple essas perdas acumuladas. Podemos até negociar possível parcelamento, mas a redução no percentual de reajuste é impensável”.

   O Secretário-Geral Adjunto informou que o PGR estará de volta na próxima semana e que irá levar a ele as propostas para análise. Após o PGR decidir sobre a proposta nova reunião será marcada. Darci enfatizou a necessidade da Administração definir o tipo de proposta de reajuste que irá defender junto ao Governo e Congresso Nacional. “O SINASEMPU, com o apoio da FENAFIRC, com muito custo e articulação, conseguiu uma Audiência Pública para debater a reposição salarial com o Governo. Não podemos chegar nessa audiência sem um plano definido a ser proposto ao Governo, sob pena de se perder oportunidade única de pressionar o Governo nessa audiência” informa Darci.

   O Secretário-Geral Adjunto informou que é ele quem irá representar a Administração nessa audiência e que até lá espera ter uma proposta pronta e acabada para apresentar ao Governo.

   Além da questão do reajuste, que não teve nenhum progresso, foram tratadas outras questões que não possuem impactos ou são de pequeno impacto orçamentário, mas que são de interesse da categoria: prazo de remoção – ficou acordado que o prazo será reduzido de 3 para 1 ano; adicional de insalubridade, adicional de periculosidade para agentes de segurança, pagamento de auxílio creche e auxílio-alimentação foram outros temas debatidos. Quanto ao auxílio-creche e auxílio-alimentação, já foi pedido suplementação orçamentária para pagamento retroativo a janeiro/2014. O SINASEMPU e SINDJUS ficaram de apresentar um rol de outras reivindicações para a próxima reunião.

   Inconformado com o resultado da reunião, o Diretor Darci esteve no Gabinete do Procurador-Geral da República para reiterar o pedido de audiência feito há meses. Falou com o Chefe de Gabinete, Dr. Eduardo Pelella e disse da preocupação do SINASEMPU com os encaminhamentos dados pelo Coordenador do Grupo de Trabalho até o momento. “O Dr. Janot, na reunião realizada em outubro, prometeu buscar a recomposição salarial dos servidores e tratar com seriedade e transparência essa questão. Não entendo, então, esse constante protelamento. Precisamos de uma definição do nosso Procurador-Geral”, defendeu Darci.



O Chefe de Gabinete do PGR, Eduardo Pelella e o Diretor do SINASEMPU, Darci Rodrigues de Almeida
 
   Dr. Pelella informou que, realmente, o Dr. Janot está de férias, mas que, para a Audiência Pública do dia 10/06/2014, a Administração terá uma proposta a ser defendida junto ao Governo.

Análise do resultado da reunião: 
   Fazendo uma análise da reunião de ontem (22), pode-se concluir que os trabalhos do GT não estão avançando. A Administração não está verdadeiramente empenhada com a reposição salarial da categoria. Está mais preocupada com o impacto orçamentário, com os projetos de expansão do MPU e com a prioridade no reajuste dos procuradores, que também será levado ao Congresso Nacional. 

   A atual Administração da PGR em nada tem contribuído para o encaminhamento da questão salarial dos servidores do MPU e da melhoria de suas condições de trabalho. De nada valem as intenções de valorização da carreira esboçadas no Planejamento Estratégico da FGV, se a Administração não se preocupa em alterar a realidade dos servidores que trabalham com péssima remuneração, péssima autoestima e ambiente psicológico. 

   O que se observa é que a atual Administração, na pessoa do Procurador Geral da República sequer se digna a receber e a ouvir a representação sindical para dizer o que pretende defender junto ao Executivo e Congresso Nacional como modelo de recomposição salarial para os servidores. 

   É visível a preocupação do PGR de agir somente em defesa dos interesses dos membros da Instituição. Mantém-se silente a respeito das propostas apresentadas pelo SINASEMPU, quais sejam: o PL 2199/2011, ou, alternativamente, a proposta de alteração da GAMPU para o percentual de 190%, ou se tem alternativa possível e breve a apresentar, ou se for o caso, até mesmo dizer se anui à orientação do Governo Federal de não conceder qualquer aumento. Isso é um completo desrespeito para com uma categoria que amarga 8 anos sem reajuste salarial. Essa conduta é inadmissível em um Estado Democrático de Direito, notadamente pelo dirigente máximo do MPU a quem cabe zelar pelo respeito e pela não violação da Ordem Jurídica vigente, bem como pela saúde e bem estar daqueles que servem junto aos membros, auxiliando-os no exercício de suas funções institucionais. 

   Em vista disso, o SINASEMPU reuniu-se hoje pela manhã com o SINDJUS e demais associações representativas dos servidores do MPU e CNMP e deliberou por fazer um ato público unificado no dia 28/05/2014, às 15h, quarta-feira, da próxima semana com a participação de todos os servidores do Distrito Federal, tendo como pauta “REIVINDICAR AO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA O ENVIO, DE IMEDIATO, DE PROPOSTA DE RECOMPOSIÇÃO SALARIAL PARA OS SERVIDORES DO MPU AO CONGRESSO NACIONAL”. 

   Conclamamos, desde já, os servidores para que compareçam ao ato público para pressionar o Procurador-Geral da Republica para que atenda nossas reivindicações. O fato é que sem a mobilização da categoria NÃO HAVERÁ RECOMPOSIÇÃO SALARIAL. Assim, ou os servidores se mobilizam ou FICARÃO SEM REVISÃO SALARIAL. O SINASEMPU não tem como DECRETAR uma mobilização. Ela tem que ser construída a partir da conscientização da categoria de que DIREITOS NÃO SE ADQUIREM, SE CONQUISTAM!
 

O SINASEMPU SOMOS TODOS NÓS!

DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL COLEGIADA